terça-feira, 19 de maio de 2009
Sabugueiro organiza caminhada à Serra
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Resultado da sondagem aqui ao lado
Segundo a “sondagem” efectuada aqui ao lado, há um empate técnico na disputa da cadeira da Presidência do município de Seia, uma vez que se registaram 122 votos para cada um dos candidatos. Esse é o primeiro dado a retirar da questão, e o segundo é que se registaram cinquenta e tal votos para um outro candidato, mais precisamente cinquenta e quatro, num total de 18%.
Com o rigor pouco cientifico e muito apurado e oportuno senso que este tipo de perguntas suscita, as ilações que se podem tirar são sempre dispersas e alvo de várias interpretações, como acontece nas votações que ocorrem com frequência nas televisões para eleger a melhor canção ou expulsar um qualquer individuo de um passatempo. E isto sabe quem põe no ar o mecanismo e sabe também quem a ele adere, na vã tentativa de mexer com o status. De um lado ou do outro.
domingo, 17 de maio de 2009
Gramofone surpreenderam
Foi mesmo uma viagem musical feita ao longo dos últimos 50 anos. Uma espécie de programa de rádio ao vivo, onde os 4 músicos Nelson Santos, Emanuel Ferreira, Dimitry Butsko e Fernando Ferreira, surpreenderam pela positiva, e sobretudo a voz surpreendente de Emanuel Ferreira.
Valeu.
Caminhada Salgadeiras - Covão da' Ametade
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Assuntos da actualidade
Beiralã
A Beiralã está em processo de insolvência, a pedido de um dos credores. A sentença designou para o dia 1 de Junho a reunião da assembleia de credores. Os 120 funcionários despedidos já tinham os contratos suspensos desde Setembro do ano passado, mantendo-se ainda na empresa 90 trabalhadores até à realização desta assembleia de credores.
A ARA - Fábrica de sapatos despediu recentemente 35 trabalhadores.
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O Contact Center da EDP em Seia fez um ano, e segundo dados revelados, neste primeiro ano foram atendidas 4,5 milhões de chamadas. Mas mais importante do que isso, foram criados mais de 200 postos de trabalho, quando inicialmente estavam previstos 150.
Decorrem em bom ritmo as obras de remodelação da Estrada da Serra (EN339) Seia – Sabugueiro – Torre. Valeu a pena a nossa reivindicação.
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Duas importantes obras vão ser brevemente inauguradas. Uma é o Hospital de Seia que já tardava e que lamentavelmente o governo permitiu que as obras se fossem arrastando com graves prejuízos para os doentes.
A outra obra que vai inaugurar é o Centro Escolar de Seia. No entanto, é preciso começar no próximo ano a discutir o novo mapa escolar, porque há novos fenómenos no quadro escolar, com falta de alunos e escolas a mais. Agrupamentos de Arrifana, Tourais e São Romão poderão ter de ser repensados.
Há grandes decisões a tomar para o desenvolvimento que têm sido adiadas mas que os candidatos têm de discutir na campanha eleitoral que se avizinha. Os tempos qua aí vêm precisam muito de intervenção e acção publica política.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Fotografias no Tribunal de Seia
"Atocha 1"
Concerto proporciona viagem musical de 50 anos,...
terça-feira, 12 de maio de 2009
Imagens do Grande Prémio do Rolinfire
Trata-se de uma iniciativa que obriga a uma boa dose de concentração e de perícia na descida do Largo da Feira até à Central de Camionagem, numa extensão de sensivelmente 500 metros, com uma pendente de cerca de 10%, proporcionando momentos de grande emoção, beleza e muita adrenalina.
Diz quem viu que “foi demais!”, apesar da frescura da noite.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Imagens da Abertura da ARTIS, Seia
Artistas de Seia, ANTÓNIO CORREIA

António Serafim Monteiro Correia nasceu em Seia, em 15 de Setembro de 1948 e reside em Vila Chã – Seia.
Filho e neto de fotógrafos, cresceu numa família onde, desde muito cedo, absorveu a técnica e o entusiasmo pela fotografia.
Trabalha no Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE), como desenhador gráfico desde 1978, embora ao longo destes anos tenha sido das pessoas que mais fotografou a serra da Estrela ao serviço desta instituição.
Juntamente com Angelina Barbosa, Alberto Martinho e Teresa Lopes calcorreou a Serra logo no início da criação do Parque Natural, fotografando e desenhando a partir das fotografias, lugares e pormenores da imensa montanha que é a Estrela. A maior parte das fotografias do PNSE, foram tiradas por António Correia, muitas das quais fazem parte de inúmeras publicações oficiais e particulares, entre elas o “Guia de Percursos Pedestres da Serra da Estrela” (1990) em co-autoria com Angelina Barbosa.
Participou ainda na ilustração do Guia Geológico e Botânico do Parque Natural da Serra da Estrela.
Colaborou na organização de inúmeras exposições de fotografia do Instituto de Conservação da Natureza (ICN) em Lisboa, tendo feito também parte da equipa que montou a Exposição desta entidade na Expo 98.
Ganhou um primeiro prémio num concurso de fotografia (Covilhã – 1978), participou em várias exposições de fotografia das antigas “Festas da Vila” em Seia, tem uma rubrica fotográfica no Jornal Porta da Estrela, de Seia e participa regularmente nas várias edições da ARTIS – Festa das Artes e Ideias de Seia.
Neste momento, António Correia está a organizar o arquivo fotográfico do PNSE.

Durante esta ARTIS tem uma exposição individual intitulada “O Vermelho na fotografia” e que está patente no edifício da Câmara Municipal onde o vermelho é o elemento comum.
Das terras ribeirinhas, a minha homenagem…
"António Correia é, hoje, o fotógrafo da Serra da Estrela. Conhece a montanha como poucos e gosta dela como ninguém.
Ao ritmo do seu passo percorreu repetidamente toda esta paisagem serrana, dias e dias ao longo de muitos anos, descobrindo, estudando e fotografando as rochas, a água, os rios, as fontes, a imensa variedade de flora e fauna e ainda as marcas da presença do homem nesta paisagem serrana. Usando com mestria as cambiantes de luz que só a Estrela tem, António Correia foi construindo, no Parque Natural da Serra da Estrela um valioso arquivo de imagens, em minha opinião, de consulta obrigatória para quem pretende estudar a região da Serra da Estrela a partir de finais dos anos 70.
Está de parabéns quem organizou esta homenagem. Merecida. António Correia é um filho da terra, trabalhador, estudioso, discreto, que muito contribuíu, para levar bem longe o nome da Serra da Estrela. E tanto ainda se espera dele!
Considero-me uma pessoa com sorte, ter trabalhado durante duas décadas com o Correia. Faz parte do tipo de pessoas que encontramos na vida e nos acrescenta, pela atitude, pelo exemplo, ou, simplesmente, porque existe.
Ao Correia, um abraço Amigo
Angelina Barbosa
Bunheiro, 9/05/09
domingo, 10 de maio de 2009
Artistas de Seia, LUIZ MORGADINHO
O que Sérgio Reis escreveu sobre Luiz Morgadinho, por ocasião da homenagem que os artistas de Seia lhe prestaram na abertura da ARTIS 2009, que teve lugar ontem, dia 9 de Maio de 2009.
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"O Morro da Estátua"
sexta-feira, 8 de maio de 2009
De que conversar agora em tempo de crise?
Podemos falar dos joanetes da dona que quer ser dona, ou do preço das couves que vem da horta de Sandomil, ou do reumatismo que assolou o Tio Xico da Rosa, mas não de crise nem de coisa parecida.
Porque teremos de falar de crise ou simplesmente de politica ou politicas, se há pequenas grandes coisas mais interessantes intuídas no nosso contentamento descontraído?
Falemos de outras importâncias, ou mais-valias, como costuma dizer a Alzira, mulher do cantoneiro da Estrada da Beira, que de tanto ouvir falar do termo o gastou. Mais-valias!
Falemos por exemplo do putativo regresso da maioria do povo à agricultura, quando se sabe que isto está tão mal, que não tarda nada, estamos todos a voltar à terra. À criação de animais, às sementeiras da terra, com milhos, batatais e afins.
Discutamos então se vamos ou não voltar à agricultura. E se vale a pena. Se dá para a bucha! Os campos estão ao abandono, as fábricas a fechar, o subsídio de desemprego a acabar e quem sabe se não teremos de voltar à enxada na mão. O Zé da Céu, que ainda se regula pelas luas e quartos minguantes, profetiza um retorno às origens: “Ainda voltamos ao antigo, batatas, coelhos, galinhas,…”
O Zé, que não é do Céu mas marido da Maria do Céu e tem os pés bem assentes na terra e não tem grandes saídas, não fala de política nem de mercados financeiros, nem está preocupado com os movimentos bolsistas. Está mais centrado em saber se a sua cabra amarela sobrevive à queda de ontem no lameiro da Relva, ou se a artrose da companheira a impede de lhe continuar a levar o farnel todos os dias ao prado, ou tentar perceber quem é esse filho da mãe de um tal Magalhães que vai passar a ser companhia da filha nas lides ditas informáticas da escola.
Sempre é mais saudável falar da vida do Zé, desse admirável homem do campo, do que passar o tempo a cortar na casaca dos que nos rodeiam e só falam de politica, de crise e de mercados de trapalhada e dos bandidos dos bancos.
Falemos por isso das coisas banais da vida - de músicas, virtudes e poesias, que são delas o reino das alegrias saudáveis!
Que mal tem falar da senhora dona Elsinha, que veio da Beira Baixa há uns anos atrás e se impõe na praça como dona do mercado das couves, se afinal não tem malícia, não concorre a nenhuma Junta e nem sequer é mulher de intrigas?
Como se vê, é melhor a gente falar do povo do que o povo falar de nós. Ou falar de política. No campo, não há critérios editoriais para temas de conversa. Fala-se de tudo. Se o jardim não cresce, fala-se de adubos e pesticidas, marcas, preços e afins insólitos se for preciso. Se chove, pode dizer-se que a culpa é do tempo e o tema está lançado para as primeiras páginas da jornada. Se um vizinho vai à bruxa, toda a gente pode saber, embora ninguém tenha nada a ver com o assunto. Mas se o assunto fosse de política, já cairia o “Carmo e a Trindade”, porque “isso é perigoso”. É tudo uma máfia, e andam todos ao mesmo. Ninguém tem respeito. Ao menos no campo, a olhar as searas de outrora, que agora já não alouram, fala-se de saudade e da ingenuidade dos dias, nos tempos que correm, sem grandes perspectivas mas com ânsias de melhorias.
terça-feira, 5 de maio de 2009
Joel Xavier em Seia
Acompanhado por Marcos Brito no Baixo e Milton Batera, na Bateria, Joel Xavier trará a Seia - “SARAVÁ”, um trabalho onde se faz a fusão entre o Jazz e os ritmos Afro-Brasileiros como o Samba, Ijexá, Baião, Coladera, Semba e a Bossa Nova.
O concerto integra-se na cerimónia de abertura da ARTIS – Festa das Artes e Ideias de Seia, que decorre até 7 de Junho.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Ainda a falta do PSD às contas da Câmara
Com tanto assunto para resolver, os sociais-democratas entretêm-se com isto. Foi na Câmara, com os Vereadores a enredarem-se em explicações e ataques, quando se soube que afinal Nuno Vaz já tinha dito que faltava à reunião, antes de ter a grave notícia da morte de seu pai. Ou quando Luis Caetano vai de férias numa altura em que sabe que as contas têm de ser votadas. Ainda para mais, sendo Caetano o candidato à Câmara.
Depois e como se não bastasse, ainda vai Nuno Almeida para a assembleia Municipal, em tom enfadonho e desproporcionado, tomando como suas as dores dos Vereadores, a criticar os socialistas, que não fizeram mais do que a sua obrigação. Trabalho. Mau de mais e a dar razão a Eduardo Brito quando diz que a política não está para amadores.
Verdadeira oposição tem feio o Jornal Porta da Estrela através das suas recentes manchetes, como acusou na altura o Presidente da Câmara. E porque será? Perguntamos nós!
terça-feira, 28 de abril de 2009
Especialidades de Saúde e Hospital de Seia
Pois bem, coloquei a questão na Assembleia do dia 24, e o Dr. Eduardo Silva, que é simultaneamente Vereador da Câmara e Vogal da Unidade Local de Saúde da Guarda disse não ter conhecimento de qualquer situação. Entretanto, hoje mesmo, Eduardo Silva teve a amabilidade de me telefonar para dizer que mandou averiguar a situação e que afinal há conhecimento de meia dúzia de casos em que Coimbra devolve os referidos pedidos, com o argumento de que embora o Hospital da Guarda não tenha alguma dessas especialidades devem dirigir-se para Viseu, que é Hospital Central. Entende-se isso como questões pessoais de médicos, mas que não ficam nada bem à instituição de Coimbra, pelo que se espera a situação venha a ser corrigida.
Aproveitando a conversa com o antigo Presidente do Conselho de Administração do Hospital de Seia, fiquei a saber que a parte da cirurgia do novo Hospital está pronta e devidamente equipada. Só ainda não entrou em funcionamento porque ainda não foi ligada a baixada com potência eléctrica suficiente para a mesma funcionar com todas as garantias, o que deverá acontecer em finais de Maio.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
ARTIS, está de Regresso a Festa das Artes de Seia
Discurso e poesia
Este ano, o poeta José Fanha também foi convidado para “entremear” os discursos com poemas de Abril e por isso foi agradável ouvir as melodias da Revolução.
Primeiro foi chamado Manuel Leitão do PCP, que em tom critico lembrou mazelas deste Abril ainda por cumprir, num discurso sem grande novidade. A seguir levantou-se o Fanha, com a licença do Presidente e ditou palavras, para logo a seguir às palmas das lugar a mais um discurso. Falou então da Tribuna Joaquim Pimentel, que é Presidente de Junta de Torroselo eleito como Independente, o que lhe confere estatuto de grupo parlamentar e oportunidade de discursar nestas ocasiões. Malhou na governação do país e do mundo, com voz grave e séria, atirou-se à moral e aos maus costumes dos governantes que conduzem o país ao abismo e elogiou a governação local. Mal acabou, bebeu água e sentou-se para de imediato José Fanha voltar a declamar Abril e poetas da Liberdade. Sem perda de tempo, sobe à tribuna Francisco Mota Veiga, de nome artístico Xico Melo e declama também poesia do alto do seu discurso político em nome do PSD cá da terra. Pelo meio, citou Alegre, perguntando ao vento que passa, notícias do seu país, e o vento calou a desgraça, o vento nada lhe disse.
Quem disse de novo poesia de intervenção foi o mesmo Fanha, que teimou em dar peso e cor às palavras, muitas delas penduradas nos postes da cidade para sublinhar a sua importância e alcance. E no encadeado de discurso-poesia-discurso, seguiu-se Eduardo Gaspar da bancada do PS para falar das vantagens de Abril e das virtudes da governação socrática. De novo voltou a poesia e a terminar, Pina Moura rematou de improviso um discurso breve e estranho, para dizer a verdade brilhante que “vivemos melhor do que há 35 anos atrás”.
E pronto, cantou-se o hino e acabou a festa.
Hoje há cinema
21:30 horas – "A Duquesa”, de Saul Dibb.
Já agora, para os cinéfilos, não esquecer que quinta-feira, 30 de Abril, há sessão de cinema alternativo, com "Pulp Fiction", de Quentin Tarantino. Um filme com quinze anos e que é um marco na história do cinema.
Maratona de BTT dos Voluntários de Seia
Todo-o-terreno dos Bombeiros de Seia
sábado, 25 de abril de 2009
Simplesmente Abril
Hoje ouvi discursos, ouvi poesia e muita música que me embalou para escrever também um pouco de prosa sobre estes assuntos demasiado grave e sérios.
Na sessão da Assembleia Municipal de Seia evocativa do Dia da Liberdade, ouvi poemas ditos por José Fanha, entremeados com discursos dos representantes dos partidos e confesso que poesia e discurso político estão cada vez mais parecidos, embora com estes últimos a descambar mais para o trágico.
É óbvio que não comento as intervenções, umas favoráveis às governações, outras pessimistas e desconcertantes, no entanto retenho essa magia das palavras que fazem eco na consciência de quem as ouve ao ponto de às vezes nos fazerem cócegas na imaginação.
Palavras, palavras,…
Mas fica sempre a pergunta mais forte a embalar a curiosidade - Será que estamos a cumprir Abril neste país descoroçoado?
Responda quem souber, que a mim já me perguntaram e não soube responder.
Há no entanto uma palavra a girar de boca em boca, pelo mundo fora e por dentro deste país que ousou erguer-se em Abril, e que vai minando as instituições e a confiança das pessoas e que ainda nenhum movimento de capitães ousou enfrentar.
E não vale a pena tornear a questão nem a palavra em concreto.
Qual crise? A crise criaram-na os corruptos…
Palavras.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Olá
sábado, 18 de abril de 2009
Rir a rodos em festival de Seia
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Visões políticas da actualidade senense
Até meados de Maio aguarda-se com expectativa, reconhecendo-se no entanto a necessidade dos Vereadores do próximo executivo enveredarem mais por uma postura politica e menos técnica. Essa necessidade deve-se a novas circunstâncias politicas que decorrem do fim de um ciclo de um líder carismático e que impõe uma acção colectiva mais forte e determinante. Até porque vem aí problemas políticos fortes e eventuais problemas agudos que exigirão acção e determinação profundas.
Aceitam-se mensagens para a Assembleia Municipal
Por isso e como é habitual, coloco-me à disposição para ser porta-voz das questões que os leitores do blogue queiram apresentar e que tanto podem ser de pequena dimensão, como perspectivas de fundo sobre a governação concelhia. Perguntar não ofende e sugerir também não.
É óbvio que estamos em ano eleitoral, em que os ambientes podem aquecer, mas se houver respeito mútuo na prática politica, tudo se consegue. O debate e a pluralidade de ideias só beneficiam a democracia local. Além do mais estamos a poucos dias de mais uma comemoração do dia da liberdade, fazendo todo o sentido apelar à participação, até porque o 25 de Abril serve sempre para reflectirmos sobre o que temos feito e o que gostaríamos de ver fazer.
sábado, 11 de abril de 2009
Livro de Ferreira Matias conta a História dos 75 anos dos Bombeiros de Seia
Nesta tarde de Sábado de Páscoa decorreu a apresentação do livro de José Alberto Ferreira Matias sobre os 75 anos de vida da corporação. Na ocasião estiveram presentes várias individualidades, numa cerimónia simples que decorreu no Salão do quartel, onde se encontra patente uma exposição de fotografia retrospectiva dos 75 anos de vida da associação senense.
Na ocasião usaram da palavra, João Alves, Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral; Carlos Filipe Camelo, Presidente da Direcção; Alcides Henriques, que fez o prefácio do livro, Ferreira Matias, autor do livro e o Presidente da Câmara de Seia, Eduardo Brito.
O livro conta a história dos Bombeiros de Seia, cuja Associação nasceu em Maio de 1934. Para tal o autor fez imensas pesquisas, sobretudo através dos jornais antigos de Seia "A Voz de Serra" de que seu pai era director e fundador; "Ceia Fraternal" e mais recentemente nos jornais "Seia Católica", "Porta da Estrela" e "Jornal de Santa Marinha".
Antes da cerimónia de lançamento do livro, foram apresentadas uma viatura de combate a fogos nova, outra usada e uma ambulância nova, que assim vêm melhorar a frota automóvel da corporação senense.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Lixo na serra

quarta-feira, 8 de abril de 2009
O mundo em bolandas
terça-feira, 7 de abril de 2009
As filosofias do futebol
São expressões como estas, ditadas pelos filósofos do futebol, estilo Freitas Lobo que tentam entusiasmar os adeptos, numa linguagem cada vez mais rebuscada e profunda. Profundas mas sem a piada das lendárias tiradas do Gabriel Alves, do género: - “Jean-Pierre Papin, um jogador extremamente rápido, veloz, lesto, nada lento, antes pelo contrário"a vantagem de ter duas pernas!" Ou então aquela: - " Repare-se na movimentação dos jogadores do Bayern, movimentam-se como figuras geométricas..... o futebol é uma arte plástica".
Enfim, é a força da técnica, mais do que a técnica da força no uso das palavras que gostamos de ouvir ou ler, mesmo quando o nosso clube não ganha ou não joga. Digo tudo isto, depois de ter visto, aos poucos e há poucos minutos atrás um bom jogo de futebol entre o Porto e o Manchester, onde se jogou a sério, com emoção do princípio ao fim. E sou benfiquista! Mas gostei de ver a bola!
Falta de debate em Seia
Seia não tem tido o debate que devia ter. Tem um grande orador, que onde chega faz um comício, salvo seja, e que é o Presidente da Câmara, fala, volta a falar, entusiasma, estimula, refresca, mas quanto ao resto, verifica-se pouca dialéctica proveitosa no espectro da comunidade senense. Os jornais da terra vão trazendo a terreiro um ou outro tema, cumprindo assim o seu papel, mais ou menos sem rasgo, que os tempos não estão para mais, mas faltam outros patamares de discussão. Faltam fóruns de intervenção das entidades cá da terra, dos interlocutores e agentes económicos, sociais e culturais. Falta promover conversa, porque da conversa também nasce luz. Falta confronto de ideias, sem ser a dar caneladas.
Faltam mecanismos que permitam às pessoas dizer o que pensam. Eu sei que nos dias de hoje, há pessoas que preferem estar caladas para evitar maus entendidos ou segundas interpretações. Eu sei que quem fala se expõe e expondo-se sujeita-se a ataques. Eu que o diga,... mas não abdico de falar, de escrever e de incentivar os outros a fazer o mesmo.
Falta espírito crítico na cidade e o pior que nos pode acontecer é ficarmos todos calados. O que se passou hoje na Câmara Municipal, por exemplo, foi um sinal perigoso daquilo que pode estar a acontecer em Seia, que é os políticos demitirem-se de intervir em momentos chave. E o que se passou foi que o PSD faltou à sessão de aprovação das contas de gerência, tendo o PS aprovado por unanimidade as ditas contas, sozinho, deitando os foguetes e apanhando as canas, frustrando-se assim as expectativas próprias do debate político, em que a oposição não cumpriu o papel que lhe cabe no exercício democrático.
Mau de mais, mas pronto. Pode ser que isto melhore. Vem aí um período eleitoral e estou convencido que pelo menos os partidos vão fazer algo para promover o debate sobre assuntos de interesse para as pessoas da terra.
Vamos ver.
Seia a Rir
Este ano o festival termina em grande, com “A Verdadeira Treta”, porque o António Feio, que luta contra a doença, continua determinado em fazer rir, na conversa com o José Pedro Gomes. Gomes, esse volta a Seia, depois de ter cá estado com o “Coçar”, a falar sozinho para o público que na altura enchia o cineteatro.
Desta vez, aqui em Seia e no palco, os dois actores falarão desde o preço do petróleo, às operações plásticas, desde a paranóia com a segurança, até à educação, à saúde, passando pelo aumento dos juros. Tudo será esmiuçado pela óptica arrevesada e demente destes dois mamíferos da famosa espécie "Chico-Espertus Lusitanus".
Mas a festa da risada também se faz com o monólogo de Ana Brito e Cunha, que no dia 18 de Abril apresenta “Super-Mulher” na primeira parte de uma noite que promete ser em cheio e em grande. É que, depois de 50 minutos a rir das duras realidades do dia-a-dia de uma mulher igual a tantas outras com que nos cruzamos nos seus papéis de colegas, amigas, filhas, mães… enfim, de SUPER MULHER, e depois de um intervalo de quinze minutos, voltamos à sala para mais cinquenta minutos de espectáculo, desta vez com a actriz sérvia Natasha Marjanovic, que vem a Seia apresentar “Vento Leste”. Ali o público será convidado a viver, rir e chorar numa narrativa que, com muita garra e bom humor leva as pessoas de emoção em emoção, através de um vento que sopra de Leste.
Tirando isto, que já não é pouco, o tal pequeno festival ainda proporciona a vinte e dois de Abril, ao fim de um dia de trabalho, um workshop de riso e dia dezoito à tarde, música de rua com os Gaiteiros Orcellon da Galiza que vêm animar as ruas da cidade anunciando a abertura do festival.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Imagens trabalhadas de Renato Paz
Aqui neste caso vemos a igreja de Seia numa perspectiva diferente da habitual.

Mas quem espreitar em http://www.artbreak.com/RenaPaz/works pode ver mais trabalhos, como este, do edifício dos Paços do Concelho.
Goste-se ou não do género artístico, são imagens trabalhadas a fazer sobressair cores e luzes no património que a cidade oferece, quando não são desenhos do autor a fazer brotar sentimentos que cada um pode descodificar.


